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Mídia

fevereiro 11, 2014

Cecília, eu e a bailarina.

Sempre gostei de ler (era daquelas que lia gibi, livro e até outdoor). A poesia me encantava pela forma suave que os escritores me conduziam ao seu mundo – eu vivia aquilo que lia. Minha mãe me ensinou gostar de Cecília (a Meireles), e eu dormia com a sua voz ao fundo…(eu gostava porque ela lia, e ela gostava porque eu dormia) ….

A bailarina

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá

Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

fevereiro 3, 2014

Estava Escrito

Serendipiti é aquilo que estava escrito, algo que soa como uma coincidência boa ou uma série de descobertas ao acaso que, sem dúvida, traz a pitada de alegria que faltava no dia.

Um dia assisti a um filme que em português chamava-se “Escrito nas Estrelas” e na sua versão original, era isso: Serendipity (com Y mesmo!). Aquele filminho que cai bem em um sábado a tarde, um romance sutil, despretencioso. E claro que quando pensei em abrir a minha empresa, o nome veio direto à minha cabeça.
A partir de então, eu poderia explicar de mil maneiras o real significado deste nome, mas compreendi a sua sensibilidade e sei que “Serendipiti” vai representar algo em especial para cada um de vocês.

(Hoje Serendipiti representa pra mim, os mil balões que eu soltaria pela minha janela só para celebrar as lindas festas que participamos!)